Academia de Gestão e Marketing Esportivo

João Henrique Areias um dos pioneiros do marketing esportivo no Brasil.

Algumas pessoas tem me perguntado o que eu faria no caso Adriano se eu fosse presidente do Flamengo.

 

Embora tenha sido pré candidato em 2009 e não pretenda voltar a sê-lo, afirmo que é uma decisão difícil de ser tomada. Jogador polêmico por um lado, com excelente técnica e força por outro, causa divergências em qualquer ambiente.

 

Voltando um pouco no tempo, lembro que, em 1987, quando era VP de Marketing do clube, surgiu a dúvida na renovação do contrato do Zico, devido à grave lesão que havia sofrido no joelho que quase o retirou do futebol. Em reunião de uma diretoria dividida defendi a permanência dele e, se a lesão viesse a retira-lo dos gramados, ele poderia atuar como um Relações Públicas do clube. Consegui na época o patrocínio da Blue Cross que ajudou a pagar o salário dele. Como retribuição, Zico & Cia deu o tetra campeonato brasileiro à torcida rubro negra.

 

Da mesma forma defendi publicamente a contratação do Ronaldo Fenomeno pelo Flamengo, publicamente, cuja cópia do artigo no Globo Esporte postei aqui neste espaço. 

 

Entendo as razões do Wanderley Luxemburgo, em querer manter a disciplina do grupo, mas com um contrato por metas, como o jogador aceitou no Corinthians, o técnico teria mais condições de controlar o jogador. Afinal, ninguém gosta quando tocam o bolso. Multas por atrasos, noticias negativas e premios por número de partidas jogadas, poderia ser a solução para manter o ídolo no Flamengo.

 

Afinal, TÍTULOS e ÍDOLOS são os ingredientes para satisfazer o torcedor-consumidor e aumentar o mercado do clube.

 

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Não. Adriano não tem a menor condição de exercer um trabalho profissional como jogador de futebol. Um atleta, uma pessoa, que passou 9 anos na Itália e não sabe escrever uma frase em italiano, não tem o mínimo de dedicação e empenho em se adaptar ao ambiente. Jogador de futebol não pode pensar no dinheiro, quer pensar em dinheiro existem inúmeras outras coisas que dão muito mais dinheiro do que jogar futebol. Um jogador de futebol nunca será o mais rico do mundo. Jogador de futebol tem que pensar na glória, de ficar marcado eternamente por um determinado grupo de pessoas, que pode ser uma cidade, um estado, um país ou o mundo todo. Como Adriano poderia ser em Milão, ser sempre bem recebido, daqui 50 anos ser convidado para assistir a final do time, a torcida cantar seu nome. E isso é para poucos...

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